A maneira como organizamos o que está acontecendo em nosso coração e em nossa mente afetará a forma como pensamos. Quando pensamos com clareza, somo mais propensos a ter uma atitude saudável nas circunstâncias. Se nosso pensamento for confuso, nossa tendência será desenvolver e revelar má atitude.
Em seu livro “O Povo da Mentira”, M. Scott Peck fala a respeito de uma das maiores tragédias da Guerra do Vietnã, o massacre de My Lai. Certa manhã de março de 1968, na província de Quang Ngai, situada no Vietnã do Sul, centenas de mulheres e crianças inocentes foram mortas. O pequeno vilarejo foi conhecido por ter refugiado soldados vietcongues. Entretanto, quando um força-tarefa americana chegou naquele dia, os soldados americanos procuravam a vila e encontraram os soldados inimigos. Porem, o comandante, o tenente William Calley, não deu chance e ordenou que suas tropas cercassem os aldeões em grupos de 20 a 30 e, com rifles ou granadas, matassem todos ate que o vilarejo fosse radicado.
Dr. Peck, psicólogo, foi convocado para investigar e tentar determinar o que faria com que homens realizassem um ato de tamanha violência gratuita. Peck entrevistou os soldados e os oficiais envolvidos e concluiu que o massacre não foi necessariamente motivado por intenções vingativas ou más, mas foi o resultado trágico da indisposição das tropas de pensarem profundamente sobre o que iria acontecer ao seu redor. Eles haviam recebido ordens, e, sem consideração prévia das consequências, os soldados americanos agiram de uma forma descuidada e bárbara.
Dr. Peck nos oferece tais descobertas pungentes:
Como povo, éramos vagarosos demais para aprender arrogantes para pensar que precisávamos aprender. Sentíamos que qualquer maneira como percebíamos as coisas era a maneira correta, sem nenhum estudo prévio. E tudo o que fazíamos era a coisa correta a ser feita sem qualquer reflexão.
Com muita freqüência, nossos pensamentos não vão alem das percepções iniciais que temos. Ramente, somos capazes de tirar as conclusões corretas de informações mínimas. Pensar que qualquer coisa que simplesmente passasse pela nossa mente a respeito de uma pessoa ou situação seria sempre a verdade nos faria de fato um “povo de mentira”.
Com muita freqüência, nossos pensamentos não vão alem das percepções iniciais que temos. Ramente, somos capazes de tirar as conclusões corretas de informações mínimas. Pensar que qualquer coisa que simplesmente passasse pela nossa mente a respeito de uma pessoa ou situação seria sempre a verdade nos faria de fato um “povo de mentira”.
Se seu pensamento for ruim, suas decisões também o serão.


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