Bright Consultoria Empresarial

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Quem somos...

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Administranto o tempo com PAIXÃO!

A paixão é algo muito interessante. Diferente do amor, mas não há como estar isolada dele. Na verdade, segundo dicionário, ser apaixonado é estar entusiasmado, defender com paixão, enfim, é uma ampliação do amor. Quando estamos apaixonados, transpiramos o amor. Esta transpiração envolve a alegria, realização a satisfação e a motivação.
Se você imagina que estou falando de relacionamento amoroso com outra pessoa, é aí que você se engana. Estou me referindo ao trabalho!
Quando somos apaixonados por nosso trabalho e amamos o que fazemos, somos mais realizados, atingimos melhores resultados, somos mais criativos, nos tornamos referência e nos diferenciamos e ainda possuímos uma melhor qualidade de vida.
Ser apaixonado por sua atividade não significa trabalhar demasiadamente. Ao contrário, significa trabalhar o tempo necessário de forma a não se sentir pressionado, insatisfeito, desgastado ou frustrado. Quando você tem paixão pelo que faz você tem maior foco, logo, aproveita melhor seu tempo pois sabe utilizá-lo adequadamente e produtivamente. Desta forma, você consegue dedicar mais tempo a você e para sua família.
A paixão pelo que se faz tem que estar aliada a paixão por sua família e pelas pessoas que lhe querem bem.
Evite pensar apenas em plantar hoje para colher amanhã. Colha os frutos disponíveis hoje e desfrute dos momentos agradáveis e únicos que foram oferecidos a você.
Assim como a perda de um prazo e atraso no trabalho podem trazer prejuízos irrecuperáveis e talvez fazer com que perca alguns clientes, a perda dos momentos com as pessoas que ama também pode ser irreversível. O primeiro passo dado ou a primeira palavra pronunciada por seu filho, caso você não esteja presente, não contará com sua participação desta vitória. Você poderá desfrutar de novos passos e da repetição das primeiras palavras, mas o momento da maior conquista você terá perdido. Uma viagem de lazer adiada poderá demorar a ocorrer novamente pois sempre ficará em segundo plano.
Administre melhor seu tempo. Programe-se para desenvolver novos projetos, para realizar as ligações necessárias, para conquistar novos clientes, para superar desafios, para praticar um esporte, para ficar com a família, para realizar uma viagem, para passear etc.

Seja apaixonado por todos os momentos de sua vida e por todas as atividades que realiza. Seja grato pelas oportunidades em conquistar novas vitórias e desafios diariamente, bem como ter a oportunidade de jamais desistir das coisas que ama, administrando seu tempo de forma a desfrutar de cada momento com muita alegria, realização e motivação!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Mude ou.... Morra!!!




Um aparelho de som gradiente, uma máquina de escrever Olivetti, calças jeans Fiorucci. Aposto que você tinha. Se não tinha, queria muito. Também já deve ter comprado, na lojinha de esquina, filmes Kodak para sua câmera durante as férias. E, provavelmente, sonhou com o dia em que teria uma Polaroid e voaria de Concorde. Se você tem mais de 30 anos, essas empresas já fizeram parte da sua vida e dos seus sonhos. Não fazem mais. O que aconteceu? Algumas simplesmente desapareceram, outras perderam a liderança e ficaram para trás. A razão é a mesma: não conseguiram mudar. “Quando você está preso à atitude que o ajudou a vencer, fica difícil até imaginar as profundas mudanças que talvez tenha de enfrentar”, escreve o jornalista americano Alan Deutschman no livro Mude ou Morra.
Empresas que permanecem vivas, ensina Deutschman, são aquelas flexíveis, capazes de se reinventar para acompanhar as alterações do ambiente. A IBM é uma delas. Criada em 1890, nos Estados Unidos, se firmou no século passado como a maior produtora de computadores de grande porte, os mainframes — a cada US$ 10 gastos com computadores, US$ 7 iam para a IBM. Com a chegada dos PCs, a empresa enfrentou uma crise sem precedentes e quase foi à falência. Mas a IBM mudou. E se transformou na maior empresa de serviços de TI do mundo, faturando, hoje, mais de US$ 103 bilhões ao ano.
Se uma gigante como a IBM, com mais de cem anos e milhares de funcionários e fábricas espalhados pelo mundo conseguiu se reinventar, por que sua empresa não conseguiria?
“É muito mais fácil alterar a rota de um barquinho que a de um transatlântico”, diz Marcelo Aidar, professor de Empreendedorismo e Transformação Organizacional da Fundação Getulio Vargas (FGV). E é mais fácil ainda quando as mudanças são feitas antes de se tornarem obrigação, quando existe a opção de escolha.Hoje tudo acontece rápido. Não mude pensando somente no agora, e sim nos próximos dois anos”, diz Aidar.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Ano novo… Sonhos novos!



Sonhar é muito bom e o primeiro passo para as grandes realizações. Mas sonho sem ação é apenas um atalho para a frustração.
Todo ano a gente faz tudo igual: renovamos nossas promessas para o Ano Novo. Ser bem sucedido na profissão. Mudar de emprego. Encontrar um amor, ter filhos. Parar de fumar, perder uns quilinhos. Ganhar dinheiro, mudar o mundo. Ter uma vida melhor. Enfim... SER FELIZ!
Mas não basta sonhar. O maior desafio é transformar os sonhos em realidade. Todos nós temos sonhos – ou já tivemos um dia, antes de sermos consumidos pela rotina, sufocados pelo peso dos afazeres diários. E o que aconteceu?
Acabamos negligenciando nossos sonhos e vamos, pouco a pouco, perdendo a capacidade de sonhar. Muitos acabam levando suas vidas sem direção, sobrecarregados e insatisfeitos, escravos de suas construções burocráticas, na fantasia de que um dia tudo mude se ganhar na loteria, se Deus mandar um bom tempo, se a esposa tomar tal atitude, se o chefe enxergar suas capacidades, se o governo mudar tal lei, se, se e se...
O mundo é movido a sonhos. Mas precisamos nos transformar em um país de realizadores de sonhos em vez de nos perpetuar como um “país de sonhadores”. A conquista da América, a chegada do homem à lua, a construção de Brasília, o fim do apartheid na África do Sul, entre outros feitos memoráveis, só se tornaram realidade graças à ousadia de grandes realizadores de sonhos. Cristóvão Colombo, John Kennedy, Juscelino Kubitscheck e Nelson Mandela sonharam com a cabeça nas nuvens e os pés no chão. Mesmo taxados de visionários, acreditaram no seu sonho. Traçaram planos para realizá-los. Envolveram outras pessoas na mesma causa. Ultrapassaram os obstáculos. E com muita determinação mudaram a história do seu tempo.
Empreender sonhos não é obra do acaso. Requer gestos conscientes. Lute pelos seus sonhos para não ser mero coadjuvante dos sonhos de outros. Feliz Ano Novo e... Sonhos Novos!

domingo, 10 de janeiro de 2010

O QUE VOCÊ ACHA???



A maneira como organizamos o que está acontecendo em nosso coração e em nossa mente afetará a forma como pensamos. Quando pensamos com clareza, somo mais propensos a ter uma atitude saudável nas circunstâncias. Se nosso pensamento for confuso, nossa tendência será desenvolver e revelar má atitude.
Em seu livro “O Povo da Mentira”, M. Scott Peck fala a respeito de uma das maiores tragédias da Guerra do Vietnã, o massacre de My Lai. Certa manhã de março de 1968, na província de Quang Ngai, situada no Vietnã do Sul, centenas de mulheres e crianças inocentes foram mortas. O pequeno vilarejo foi conhecido por ter refugiado soldados vietcongues. Entretanto, quando um força-tarefa americana chegou naquele dia, os soldados americanos procuravam a vila e encontraram os soldados inimigos. Porem, o comandante, o tenente William Calley, não deu chance e ordenou que suas tropas cercassem os aldeões em grupos de 20 a 30 e, com rifles ou granadas, matassem todos ate que o vilarejo fosse radicado.
Dr. Peck, psicólogo, foi convocado para investigar e tentar determinar o que faria com que homens realizassem um ato de tamanha violência gratuita. Peck entrevistou os soldados e os oficiais envolvidos e concluiu que o massacre não foi necessariamente motivado por intenções vingativas ou más, mas foi o resultado trágico da indisposição das tropas de pensarem profundamente sobre o que iria acontecer ao seu redor. Eles haviam recebido ordens, e, sem consideração prévia das consequências, os soldados americanos agiram de uma forma descuidada e bárbara.
Dr. Peck nos oferece tais descobertas pungentes:
Como povo, éramos vagarosos demais para aprender arrogantes para pensar que precisávamos aprender. Sentíamos que qualquer maneira como percebíamos as coisas era a maneira correta, sem nenhum estudo prévio. E tudo o que fazíamos era a coisa correta a ser feita sem qualquer reflexão.
Com muita freqüência, nossos pensamentos não vão alem das percepções iniciais que temos. Ramente, somos capazes de tirar as conclusões corretas de informações mínimas. Pensar que qualquer coisa que simplesmente passasse pela nossa mente a respeito de uma pessoa ou situação seria sempre a verdade nos faria de fato um “povo de mentira”.
Se seu pensamento for ruim, suas decisões também o serão.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

A essência da Bright...quebrar paradigmas!!!

"As coisas não mudam. Nós mudamos."

Talvez o mundo mude amanhã. Mas isso não é provável. As mudanças no mundo são lentas, apesar de toda a corrida que alguns de nós enfrentamos todos os dias.
Ainda assim, seu mundo pode mudar de modo impressionante, nas próximas 24 horas. Na verdade, pode mudar na próxima hora. Porque tudo o que você está vendo, sentindo e tudo ao que você está reagindo, o faz porque existe um mundo real e um mundo "filtrado".
A forma como vemos o mundo é chamada de "paradigma", palavra grega que foi "reapresentada" ao mundo científico por Thomas Kuhn em seu livro "A Estrutura das Revoluções Científicas"(1), que mostrou que todas as grandes revoluções aconteceram devido a mudanças na forma de ver o mundo, na ruptura com o modo como estávamos olhando para o universo. A ciência não mudou, depois de Kuhn, nós mudamos.
Essa é a parte curiosa. Todos nós filtramos o universo de acordo com nossas próprias expectativas, crenças e princípios de vida. Por isso, uma mesma cena pode comover uma pessoa e não causar absolutamente nada em outra. Cada uma delas teve uma diferente reação àquilo que viu com um filtro mental diferente.
Stephen R. Covey, conta uma história que viveu no metrô de Nova York.
Entenda o que quero dizer:
"Eu me recordo de uma mudança de paradigma que me aconteceu em uma manhã de domingo, no metrô de Nova York. As pessoas estavam calmamente sentadas, lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma, tranqüila.
Subitamente um homem entrou no vagão do metrô com os filhos. As crianças faziam algazarra e se comportavam mal, de modo que o clima mudou instantaneamente.
O homem sentou-se a meu lado e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação. As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam coisas e chegavam até a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos. Mesmo assim o homem a meu lado não fazia nada.
Ficou impossível evitar a irritação. Eu não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito sem tomar uma atitude. Dava para perceber facilmente que as demais pessoas estavam irritadas também. A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, virei para ele e disse:
– Senhor, seus filhos estão perturbando muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles?
O homem olhou para mim, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente:
– Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer alguma coisa. Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora. Eu não sei o que pensar, e parece que eles também não conseguem lidar com isso.
Podem imaginar o que senti naquele momento? Meu paradigma mudou. De repente, eu vi as coisas de um modo diferente, e como eu estava vendo as coisas de outro modo, eu pensava, sentia e agia de um jeito diferente. Minha irritação desapareceu. Não precisava mais controlar minha atitude ou meu comportamento, meu coração ficou inundado com o sofrimento daquele homem. Os sentimentos de compaixão e solidariedade fluíram livremente.
O mundo não mudou, não é? Mas você mudou, ao ler o texto.
Mudou de paradigma, e isso causou uma diferente reação em seu corpo. Você e eu nunca vemos a realidade total. Vemos apenas uma parcela dela, que selecionamos, em grande parte inconscientemente.
A única prisão real que você têm, está em cima dos seus ombros. E só você tem a chave mestra. Como afirmava Henry David Thoreau:
"as coisas não mudam; nós mudamos".