sexta-feira, 30 de abril de 2010
Bright - Atendimentos personalizados e soluções inovadoras
Postado por Coach Lucimar Valadão às 10:08 0 comentários
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Sorrir: ato ou efeito de deixar uma pulga atrás da orelha
“Tenho certeza de que se eu sorrisse menos teria menos amigos.” (Dalai Lama)
Meu objetivo neste texto é unir dois assuntos ligados intimamente ao processo da empatia: o ato de sorrir e os cenários que ele cria. O título que escolhi para condensar minha proposta aqui é um pouco estranho, mas vou mostrar que essa estranheza é apenas nossa falta de experiência no ato de sorrir. Ora, como é possível colocar uma pulga atrás da orelha de alguém com um sorriso?
As coisas que acontecem em nosso cotidiano, todos os territórios moventes em que circulamos (problemas ambientais, injustiças sociais, dificuldades com educação e saúde, transporte público lotado e trânsito absurdo na hora do rush) não nos deixam mais sorrir com naturalidade. Parece que nosso Brasil está cada vez mais carrancudo, mesmo sendo o país do carnaval e do futebol.
Nas minhas aulas e palestras corporativas, defendo o poder do sorriso como maneira de fazer as pessoas pensarem. Ou seja, “colocar uma pulga atrás da orelha”, uma de nossas expressões populares que também significa “deixar alguém pensando em algo complexo”. Porém, utilizo esta referência no sentido positivo. Uma pulga atrás da orelha não quer dizer apenas que algo ruim está para acontecer. Na verdade, até arrisco uma ousadia. Com o ato de sorrir naturalmente, estamos aptos a colocar um “elefante” atrás da orelha das pessoas. Quando sorrimos, ativamos os neurônios-espelho das pessoas ao redor e as lembramos de que é possível sorrir para a vida.
O sorriso natural é um índice de que temos o espírito leve, de que estamos presentes de corpo e alma no que estamos fazendo. O carrancudo é aquele que gostaria de estar em qualquer outro lugar menos ali onde está. A cara fechada é um enrijecimento do corpo, uma torção negativa dos nervos. Vamos imaginar duas recepcionistas: uma mal humorada e uma com um sorriso que nos acolhe. Quem nunca encontrou estes dois exemplos na vida? Quem nos atenderá melhor?
Atualmente venho estudando e pesquisando as quatro gerações no mercado de trabalho. Uma organização possui quatro gerações dividindo o mesmo espaço. Cada geração tem seu modo particular de comportamento. Creio que um dos elementos de ligação entre as idades é o sorriso sincero e natural. Estou falando aqui do sorriso que não ofende, mas que libera uma energia do rosto. Leveza de espírito não é gargalhada em momentos impróprios.
Minha missão é desenvolver ferramentas de liderança que sejam baseadas nas perspectivas de sustentabilidade das relações. É neste aspecto que acredito no sorriso como esta ferramenta que dá movimentação para o espírito exercer a empatia, uma das mais importantes competências emocionais.
Sorrir naturalmente é colocar o seguinte pensamento na cabeça das pessoas: “De onde vem essa naturalidade? Será que consigo ser assim também?” A resposta destas duas perguntas só pode ser encontrada na prática. Sorriam para as pessoas, caros leitores: a alma precisa de leveza.
Postado por Coach Lucimar Valadão às 12:31 0 comentários
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Procurando inspiração para montar seu currículo?
Bright Consultoria Empresarial e de Carreira descreve sete dicas que podem ajudá-lo a conquistar uma nova oportunidade.
Criar um bom currículo, que seja flexível para diversas vagas, não é uma tarefa fácil. É preciso sempre estar atento aos detalhes, principalmente em relação aos que podem fazer a diferença para os entrevistadores e empresas. Confira as dicas e mãos à obra:
1 – Pense no conteúdo: Dependendo da sua área de atuação, diversas oportunidades diferentes podem aparecer. Ao invés de montar um currículo engessado, não seria mais interessante analisar a proposta e alterar a hierarquia de algumas coisas como intenções, cursos e competências, por exemplo? Lembre-se que alterar a hierarquia com foco em uma determinada vaga não significa cortar informações.
2 – Seja econômico e limpo: O currículo é um resumo das suas qualificações. Com isso em mente, mantenha o completo, mas sem exagerar na quantidade de dados. Um documento de duas páginas é considerado como ideal, mas isso pode variar dependendo da sua experiência e tempo de mercado. Se esse for o caso, seja sucinto na hora de desenvolver o conteúdo de cada tópico como perfil, realizações, certificações e treinamentos, interesses, educação e habilidades especiais, como o conhecimento de línguas estrangeiras.
3 – Revisão e formato: Fique atento à linguagem utilizada e passe o pente fino para pegar erros de digitação ou concordância. Além disso, pense no formato. Destaque os tópicos, organize bem as listas e deixe espaços em branco para respiro, pois ler um bloco gigante de texto pode cansar o entrevistador. Quando terminar, peça para os amigos e familiares conferirem se está tudo claro.
4 – Comece pelo mais recente: Na hora de listar os lugares onde trabalhou, procure organizar sempre do mais recente para o mais antigo. Obviamente, o último emprego mostra as áreas nas quais você está mais ativo. Caso queira dar uma virada na carreira, deixe isso claro em outros tópicos, como interesses e habilidades, por exemplo.
5 – Inclua os fatos relevantes: Essa é a “pegadinha” da confecção de currículos. Você deve incluir as informações sobre realizações, resultados obtidos em projetos e funções sem tornar a coisa muito cansativa. Diga que sua equipe reduziu o tempo de desenvolvimento em 20%. Deixe a explicação para a entrevista. Claro, se o processo utilizado for algo muito requisitado no mercado, é importante citar.
6 – Pense em busca: Se você trabalha com “gerenciamento de equipes”, “programação orientada a objetos”, “SaaS” e tem conhecimento sobre “Business Inteligence”, use esses termos em seu currículo. Além de chamar a atenção do entrevistador, se ele estiver procurando por essas referências, essa prática pode ajudá-lo na hora de publicar seu currículo online.
7 – Não minta: Não minta. Se você lê em inglês, mas não sabe pronunciar uma palavra, simplesmente não diga que é fluente. Você pode se deparar com um alguém que vai entrevistá-lo nessa língua, só para testá-lo. O mesmo vale para outras habilidades.
Siga em frente, rumo ao TOPO!
Postado por Coach Lucimar Valadão às 08:09 0 comentários
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