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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Mude ou.... Morra!!!




Um aparelho de som gradiente, uma máquina de escrever Olivetti, calças jeans Fiorucci. Aposto que você tinha. Se não tinha, queria muito. Também já deve ter comprado, na lojinha de esquina, filmes Kodak para sua câmera durante as férias. E, provavelmente, sonhou com o dia em que teria uma Polaroid e voaria de Concorde. Se você tem mais de 30 anos, essas empresas já fizeram parte da sua vida e dos seus sonhos. Não fazem mais. O que aconteceu? Algumas simplesmente desapareceram, outras perderam a liderança e ficaram para trás. A razão é a mesma: não conseguiram mudar. “Quando você está preso à atitude que o ajudou a vencer, fica difícil até imaginar as profundas mudanças que talvez tenha de enfrentar”, escreve o jornalista americano Alan Deutschman no livro Mude ou Morra.
Empresas que permanecem vivas, ensina Deutschman, são aquelas flexíveis, capazes de se reinventar para acompanhar as alterações do ambiente. A IBM é uma delas. Criada em 1890, nos Estados Unidos, se firmou no século passado como a maior produtora de computadores de grande porte, os mainframes — a cada US$ 10 gastos com computadores, US$ 7 iam para a IBM. Com a chegada dos PCs, a empresa enfrentou uma crise sem precedentes e quase foi à falência. Mas a IBM mudou. E se transformou na maior empresa de serviços de TI do mundo, faturando, hoje, mais de US$ 103 bilhões ao ano.
Se uma gigante como a IBM, com mais de cem anos e milhares de funcionários e fábricas espalhados pelo mundo conseguiu se reinventar, por que sua empresa não conseguiria?
“É muito mais fácil alterar a rota de um barquinho que a de um transatlântico”, diz Marcelo Aidar, professor de Empreendedorismo e Transformação Organizacional da Fundação Getulio Vargas (FGV). E é mais fácil ainda quando as mudanças são feitas antes de se tornarem obrigação, quando existe a opção de escolha.Hoje tudo acontece rápido. Não mude pensando somente no agora, e sim nos próximos dois anos”, diz Aidar.

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